O Parceiro Ideal
Hoje em dia a ciência da individualidade é particularmente relevante. Através da profissão em exercício, da psicologia, da análise, vivência-pessoal ou inúmeras autodescobertas por métodos científicos, experimentais, artísticos ou místicos, de alguma forma o que se busca é o encontro do EU.
Aperfeiçoar-se e manter-se é o que todo ser humano saudável busca através da descoberta de sua capacidade e valores reconhecidos por si e por outra pessoa. Obrigatoriamente, sua primeira conquista exige a segunda, caso contrário, com o passar do tempo, a vida extingue-se na solidão que sem o reconhecimento necessário, faz perder o sentido de suas conquistas pessoais. Quando não, por vezes consciente ou inconscientemente, deixamo-nos rotular como massa, pela mesma opinião, pela moda...se a seguimos ou não, isso não importa...o fato é que por vezes somos a coletividade.
Na nossa complexa civilização, sempre haverá estilos impessoais amiúdes que dominam o indivíduo que, quando confrontado com algo que absolutamente não é aquilo que se quer ou que o identifica, surge o EGO, a individualidade. Instintivamente a verdade aparece.
E é nesse revelar-se espontâneo e genuíno que na convivência de uma união, seja por laços de amizade ou uma relação mais íntima, nos deparamos e nos surpreendemos com a verdade do outro e com a nossa própria verdade.
Muitas vezes o companheiro se apresenta de um modo e se revela de outro. Noutras, no decorrer da relação, a espontaneidade ocasionada por motivos diversos, apresenta facilidades ou dificuldades que as vistas de outro padrão poderão ser abomináveis ou apaixonantes.
É interessante notar que dividindo nossa vida com o outro que conhecemos melhor, identificamos o que queremos do companheiro e o que não queremos, afinal, busca-se no outro o “Modelo Ideal” de amor. E como será esse modelo? Cada um por experiência e carências próprias, cria esse modelo.
A Composição deste “Modelo Ideal” foi demonstrado pela astróloga Regina Braga Nascimento em Tese no IV Congresso de Astrologia promovido pela Associação Brasileira de Astrologia (ABA) em 1984,com a apresentação de uma dezena de Mapas de casais que viviam e ainda vivem em harmonia. Ainda solteira, a astróloga desenvolveu mais seus estudos, pois queria saber onde estava o homem com quem iria se casar. Deveria existir, mas estava fazendo o quê? E aonde?
Como previsto, no mesmo ano se casou e ainda mais se aprofundou neste estudo apaixonante, aplicando desde então seus conhecimentos aos clientes de Astrologia , que buscavam a confirmação de ser aquele parceiro o parceiro ideal.
Quando o interessado já conhece a pretendente, o trabalho de comparação dos dois Mapas se chama “Sinastria” (veja ícone Astrologia e Atendimento). Quando não se conhece o parceiro, buscaremos encontrá-lo através do Banco de Dados que é o que se propõe este serviço.
Regina Braga
Era de Aquário